Dedo em gatilho

O que é?

A tenossinovite estenosante dos flexores, conhecida como dedo em gatilho é o travamento do dedo em uma posição flexionada devido à inflamação do tendão do dedo.

A causa do dedo em gatilho é associada às pessoas com artrite reumatoide ou diabetes.

É mais comum nas mulheres do que nos homens e, particularmente, na gravidez, puerpério e menopausa.

Os sintomas iniciais são de desconforto na base dos dedos, na palma da mão e/ou no polegar. Essa área é dolorosa a palpação e pode ser sentido um nódulo ou abaulamento.

Para saber qual melhor tratamento marque uma consulta com um especialista, aqui Centro Médico Alto de Pinheiros temos o Dr. Bruno do Carmo.

Ortopedista com experiência em atendimentos clínicos e cirúrgicos com foco em afecções da Mão e Punho.

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O Ligamento Cruzado Posterior

O que é?

O ligamento cruzado posterior (LCP) é o principal ligamento do joelho e mede aproximadamente 35 milímetros de comprimento. Ele é o maior responsável por impedir que a tíbia se desloque posteriormente em relação ao fêmur. Suas lesões são bem menos frequentes do que as lesões do ligamento cruzado anterior.

Geralmente, as roturas do LCP acontecem após uma força aplicada na região anterior do tíbia com o joelho dobrado, como, por exemplo, nos acidentes de automóveis, quando o motorista sofre um trauma no joelho contra o painel do carro. Mas elas também podem acontecer de outras formas, como a queda com o joelho muito flexionado.

As lesões geralmente ocorrem sem um estalido nítido ou sensação de falseio do joelho e são classificadas em três graus, de acordo com deslocamento posterior da tíbia em relação ao fêmur. Assim, para o diagnóstico, o médico deve realizar um exame físico adequado e, geralmente, solicitar exames de imagem, como radiografias e ressonância magnética, como métodos auxiliares.

As lesões menos graves do LCP são tratadas tipicamente de forma não operatória, com imobilização do joelho na fase inicial, seguida de reabilitação com fisioterapia. A cirurgia para tratamento das roturas do ligamento é realizada quando existem outras lesões ligamentares do joelho associadas, quando a lesão do LCP é mais grave, provocando maior instabilidade no joelho, quando existe uma fratura da região de inserção do ligamento no osso ou em outras situações específicas.

A reabilitação após a cirurgia de reconstrução do LCP é geralmente mais difícil do que a do ligamento cruzado anterior. Logo após a cirurgia, o joelho é imobilizado em extensão. Mobilização passiva, treino isométrico do quadríceps e elevação da perna esticada podem ser iniciados assim que for tolerado. O paciente é estimulado a apoiar o membro operado de forma parcial, com a imobilização e auxílio de duas muletas, desde o pós-operatório imediato. A imobilização é geralmente mantida por 6 semanas. O paciente retorna às suas atividades habituais depois de 9 a 12 meses da cirurgia.

(Fonte: “Insall & Scott Surgery of the Knee” – 5th Edition.)

Publicado por: Dr. Daniel Hidalg0 – 01 de julho de 2020


Médico Ortopedista especialista em Joelho
Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT)

Membro Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho

Membro Titular da Sociedade Internacional de Artroscopia, Cirurgia do Joelho e Medicina Esportiva Ortopédica (International Society of Arthroscopy, Knee Surgery and Orthopaedic Sports Medicine – ISAKOS).