Linfoma

A proliferação maligna dos linfócitos, células do sistema linfático, leva a formação dos LINFOMAS.

Atualmente os linfomas fazem parte de um grupo de doenças extremamente heterogêneo, com diversas peculiaridades.

Em relação aos sintomas, há aumento dos linfonodos, os”gânglios”, que estão presentes em todo corpo, sendo mais evidente no pescoço, axilas e região inguinal.

Além do linfonodos aumentados, frequentemente há febre, sudorese noturna e perda de peso associado.

Para o diagnóstico são necessários exames de sangue, exames de imagem como tomografias e biópsia, a qual definirá o subtipo do linfoma.

Assim como existem diversos subtipos, o tratamento para os linfomas também é muito amplo, levando em consideração a biópsia, o grau de comprometimento da doença (estadiamento clínico) e as condições clínicas do paciente ( idade, doenças associadas e função dos demais órgãos). Por outro lado, não há indicação de tratamento para uma parcela de pacientes, os quais permanecerão apenas em seguimento.

É importante salientar que o diagnóstico assertivo é imprescindível para conduta adequada.

Publicado por Dra. Natalia Zing – 03 de Fevereiro de 2019

Dra. Natalia Zing – CRM/SP 151.758
Médica Hematologista Mestre em Ciências da Saúde
Membro da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular

Plaquetopenia

Plaquetas são células presentes no sangue responsáveis pela coagulação.

Plaquetopenia é o termo técnico utilizado para quando as plaquetas estão abaixo do valor de referência. Diversas são as causas que levam a esta deficiência, desde uma alteração laboratorial relacionada simplesmente a técnica do exame a deficiência de vitaminas, infecções, doenças autoimunes, alterações da medula óssea e doenças onco-hematológicas.

O uso de certos medicamentos também pode influenciar na produção das plaquetas.

Em muitos casos os pacientes não apresentam sintomas relacionado a este distúrbio, porém quando presente, o sangramento é o sinal mais frequente.

O hemograma é o exame que utilizamos para avaliação inicial.

Desta forma, caso seus exames estejam alterados ou você apresente sangramento, em especial de mucosas e pele, procure um especialista para prosseguir com a investigação.

Publicado por: Dra. Natalia Zing – 13 de Julho de 2018

Dr. Natália Zing – CRM/SP 151.758
Médica Clínica e Hematologista
Membro da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH)
Mestre em Ciências da Saúde na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

 

Ruptura Aguda do Tendão de Aquiles

Patologia

O tendão calcâneo ou o tendão de Aquiles como costuma ser chamado, pode ser uma fonte de dor ao longo da vida. A ruptura aguda em geral ocorre durante a prática esportiva, com o famoso “sinal da pedrada”, na qual o paciente durante o trauma sente uma fisgada na região posterior do tornozelo, como se tivesse sido atingido por trás.

A ruptura aguda do tendão, na maior parte das vezes, acontece nos tendões degenerados e não nos tendões sadios. Ou seja, o paciente já apresentava dor na região com processo inflamatório local e muitas vezes com o tendão doente.

Tratamento Inicial

O primeiro atendimento deve ser feito através de um médico ortopedista do pronto socorro. A ultrassonografia pode ajudar no diagnóstico quando há duvidas. Deve-se excluir através de radiografias que não ocorreu nenhuma avulsão óssea e que não houve outras lesões associadas ao trauma.

Tratamento Cirúrgico

Existem diversos métodos de reconstrução cirúrgica do tendão de Aquiles. A técnica mais tradicional é a sutura aberta do tendão, isto é, realiza-se um incisão lateral ao tendão, retirando as partes degeneradas, e por fim, suturando “boca a boca” os cotos rompidos. Porém esse tipo de cirurgia pode causar algumas complicações como lesões de pele, cicatrização entre outras.

Atualmente a cirurgia percutânea do tendão de Aquiles é indicada para reparo pois a cicatriz cirúrgica é menor, assim como o risco de problemas de cicatrização também fica reduzido.

Cuidados pós-operatórios

A cirurgia é feita a partir da raquianestesia e no pós-operatório costuma-se imobilizar nas primeiras duas semanas com uma tala para proteção da sutura. Na sequencia, troca-se pela bota tipo “robofoot” e libera-se a marcha. Após seis semanas pode-se iniciar movimentos mais robustos e intensificar a fisioterapia.

Publicado por: Dr. Gabriel Ferraz Ferreira – 11 de Julho de 2018

Dr. Gabriel Ferraz Ferreira – CRM/SP 151.687
Médico Ortopedista e Traumatologista
Membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Membro da Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé
Mestrando em Ciências da Saúde pelo IAMSPE

Dra. Natalia Zing – Pós-graduação em Cuidados Paliativos (Pallium)

Pós-graduação

Julho/2018

Dra. Natalia Zing, médica hematologista do Centro Médico Alto de Pinheiros, concluiu o curso de pós-graduação em Cuidados Paliativos, sendo diplomada após aprovação em prova escrita na cidade de Buenos Aires. A duração do curso foi de um ano, sendo composto de treinamento nos aspectos clínicos, de investigação e organização da medicina em cuidados paliativos e formação ética para os cuidados no final da vida.

Dra. Natalia Zing – Aprovada na Banca de Defesa da Tese de Mestrado

Pós-graduação

Junho/2018

Dra. Natalia Zing, médica hematologista do Centro Médico Alto de Pinheiros, foi aprovada na defesa da sua tese de dissertação do mestrado. Com isso recebeu o Título de Mestre em Ciências da Saúde pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

Lombalgia ou dor lombar

Patologia

A lombalgia é uma das afecções mais comuns no consultório do ortopedista. Existem diversas causas para a dor lombar como a hérnia de disco, contratura muscular, desvios posturais entre outras. A dor pode ter como origem um evento específico pontual como uma atividade física realizada ou sem ser possível precisar o exato momento do seu início.

Tratamento Inicial

A abordagem inicial da lombalgia é o controle da dor. O médico assistente deve prescrever analgésicos para o combate ao quadro álgico, e na sequencia solicitar algum exame que achar conveniente para prosseguir a investigação. Vale lembrar que a maioria das dores lombares são de causa mecânica, ou seja, ocorre através de distúrbios musculares.

Desse modo é necessário uma investigação médica precisa para identificar a causa da lombalgia e direcionar o tratamento mais específico. No caso da lombalgia mecânica, o mais indicado é o tratamento com fisioterapia analgésica, e atividades como a Reeducação Postural Global ou o Pilates.

Publicado por: Dr. Marcos Ferreira – Junho de 2018

Dr. Marcos Ferreira – CRM/SP 51.746

Médico pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo
Ortopedista pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – HC/FMUSP
Membro Titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT)